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  • O Convite. Dois casais em um jantar. Com Seth Rogen, Olivia Wilde, Penélope Cruz e Edward Norton. Estreia 9 de julho

    Assistiu ao filme O Convite, de Olivia Wilde.

    Amei! Não tinha lido nem a sinopse, não fazia ideia do que viria. Comédia divertidíssima, morri de constrangimento e dei gostosas risadas. Só de lembrar de algumas cenas e falas já começo a rir de novo. Bobagem na medida certa; eu só não recomendo para assistir em casal se o seu relacionamento tiver esfriado, mó climão.


  • Pôster do filme So Long, My Son, de Wang Xiaoshuai. Um homem carrega um menino nos ombros ao lado de uma mulher

    Assistiu ao filme So Long, My Son, de Wang Xiaoshuai.

    Uau, que experiência! São mais de 3 horas completamente justificadas. Extremamente sensível, atuações maravilhosas, contexto histórico interessantíssimo. Recomendo muito. Aprendi demais sobre a política do filho único da China assistindo a esse filme e depois fui ler mais a respeito; é um tema muito… complexo.


  • Inshallah a Boy, filme de Amjad Al Rasheed. Uma mulher de hijab amarelo abraça e beija a cabeça de uma menina

    Assistiu ao filme Inshallah a Boy, de Amjad Al Rasheed.

    O primeiro filme jordaniano exibido em Cannes e o meu primeiro contato com a Jordânia em todos os sentidos. Fui engolida pelo drama do filme, que é muito bem construído. Mas traz uma realidade muito difícil de entrar em contato para qualquer mulher… desesperador. Não tenho nem palavras.


  • Pôster do filme Sehnsucht in Sangerhausen, de Julian Radlmaier, com quatro pessoas dormindo juntas

    Assistiu ao filme Fantasmas de Julho, de Julian Radlmaier.

    Bela cinematografia e uma narrativa bem original. Que filme gostosinho, leve, gostei. Conseguiu me transportar pro verão de Sangerhausen, senti até calor!


  • Pôster do filme A Useful Ghost: o rosto de uma mulher formado por mangueiras de aspirador que envolvem um homem

    Assistiu ao filme A Useful Ghost, de Ratchapoom Boonbunchachoke.

    Realismo mágico tailandês muito louco. Eletrodomésticos e máquinas são possuídos por fantasmas numa narrativa que aborda o apagamento da memória de estudantes mortos em um massacre na ditadura. Só para ter uma ideia, há uma cena em que um aspirador de pó e uma geladeira entram numa briga violenta (juro!). Achei muito ousado e me diverti horrores, embora o filme tenha se perdido um bocado no meio do caminho.


  • Foi Apenas um Acidente, filme de Jafar Panahi. Homem em um deserto ao lado de uma van. Estreia 4 de dezembro

    Assistiu ao filme Foi apenas um acidente, de Jafar Panahi.

    Há tempos não via uma cena final tão desnorteante, muito bom! Lembrando que foi filmado clandestinamente, contrariando a condenação do Tribunal Revolucionário Islâmico. Haja coragem, viu. Panahi é brabo!


  • Pôster do filme In the Mood for Love, de Wong Kar-wai, com close-up de uma mulher e um homem ao fundo

    Assistiu ao filme Amor à Flor da Pele, de Wong Kar-wai.

    É uma obra de arte magistral. Um dos filmes mais lindos que já assisti na minha vida! Irretocável, lindo, lindo. Cada frame é uma pintura. A trilha musical atravessa perfeitamente a narrativa, que é construída pelas distâncias, os silêncios, as sutilezas. Cinema!!!!!


  • Pôster do filme The Lunchbox, de Ritesh Batra. Um homem em um escritório cheira uma marmita de metal empilhada

    Assistiu ao filme A Lancheira, de Ritesh Batra.

    Que história maravilhosa! Um filme muito sensível, com belas atuações. Deixou meu coração extremamente quentinho ❤‍🩹

    Às vezes, o trem errado te leva à estação certa.


  • Pôster do filme No Other Choice, de Park Chan-wook, com Lee Byung Hun e Son Yejin. Uma árvore florida com várias pessoas

    Assistiu ao filme A Única Saída, de Park Chan-wook.

    Um retrato cômico e angustiante do extremo individualismo estimulado pelo mercado de trabalho capitalista. Com uma crítica especial às automações. Não esperava nada e amei!


  • Pôster do filme Paris, Texas, dirigido por Wim Wenders, com Harry Dean Stanton e Nastassja Kinski

    Assistiu ao filme Paris, Texas, de Wim Wenders.

    Impactada. Já tinha altas expectativas pela ampla canonização do filme, mas ainda me surpreendeu. Uma jornada longa e esteticamente impecável pelo deserto, com um desfecho inesperado. A cena do espelho é inesquecível. Paro por aqui pois é melhor assistir sem saber muito do que se trata.


  • La Grazia, filme de Paolo Sorrentino com Toni Servillo. O ator aparece sentado a uma mesa repleta de pilhas de papéis

    Assistiu ao filme A Graça, de Paolo Sorrentino.

    Belíssimo visualmente – como era de se esperar – e bem divertido de assistir se você se entretém com a presunção do diretor. Não sai da superfície, apesar de tentar evocar profundidade constantemente. Foi um bom entretenimento e não “desrecomendo”, só dá vontade de rir do pessoal descrevendo o filme como uma obra prima.


  • Chungking Express

    Assistiu ao filme Chungking Express, de Wong Kar-wai.

    Melancólico e divertido na dose certa. Apesar da temática principal ser a solidão, ela é abordada de uma forma muito leve e poética. Os visuais são absolutamente lindos – sou apaixonada pela cinematografia do Christopher Doyle.

    Nunca mais vou conseguir ouvir California Dreamin de The Mamas and The Papas sem me lembrar de Chungking Express. Filmaço, amei!