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  • Os sabiás da crônica: Antologia. Organização de Augusto Massi. Seis homens de terno em foto P&B em um jardim. Editora Autêntica

    Iniciou a leitura de Os sabiás da crônica, de Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Rubem Braga, Stanislaw Ponte Preta, Vinicius de Moraes e org. de Augusto Massi.

    Fui pesquisar crônicas sobre sabiás após minha felicidade pela cantoria na janela, e qual foi a minha surpresa ao descobrir que Rubem Braga era apelidado de sabiá! Um link após o outro e encontrei a antologia de crônicas desse grupo da pesada. Inevitável, peguei pra ler.


  • Capa do livro Fala, amendoeira do autor Carlos Drummond de Andrade

    Terminou a leitura de Fala, amendoeira, de Carlos Drummond de Andrade.

    Que leitura deliciosa. Triste de ter terminado, mas logo animei ao me dar conta de que existem muitas outras coletâneas como essa. Fiquei imaginando como devia ser a rotina de acordar, passar um café e abrir o jornal pra ler a última crônica de Drummond. Três crônicas por semana. Fora as de seus outros colegas de profissão, que recheavam as páginas de vários jornais. Nostálgica por algo que nem vivi.


  • Tecnofeudalismo: O que matou o capitalismo, de Yanis Varoufakis. Editora Crítica

    Terminou a leitura de Tecnofeudalismo: o que matou o capitalismo, de Yanis Varoufakis.

    A premissa era muito boa e eu estava pronta pra amar o livro. Mas infelizmente foi uma leitura enfadonha! O formato das cartas ao pai prejudicou demais, apesar de ter apreciado as memórias familiares, principalmente no começo do livro. Mesmo não tendo muito conhecimento sobre economia, a minha impressão é de que Varoufakis não chega nem perto de se aprofundar nas questões que levanta, muito gogó. Decepção.


  • Capa do livro Fala, amendoeira do autor Carlos Drummond de Andrade

    Iniciou a leitura de Fala, amendoeira, de Carlos Drummond de Andrade.

    Esbarrei com uma crônica em que Drummond explora o outono das amendoeiras e acabei descobrindo essa coletânea. Acho que vai ser uma leitura delícia!


  • Tecnofeudalismo: O que matou o capitalismo, de Yanis Varoufakis. Editora Crítica

    Iniciou a leitura de Tecnofeudalismo: o que matou o capitalismo, de Yanis Varoufakis.

    Decidi ler agora pois já estava na minha lista e, ironicamente, precisava aproveitar a assinatura da Audible que eu esqueci de cancelar. Risos


  • Capa do livro Attensity! A Manifesto of the Attention Liberation Movement, de The Friends of Attention

    Terminou a leitura de Attensity!: A Manifesto of the Attention Liberation Movement, de The Friends of Attention.

    Fiquei muito contente de entrar em contato com o movimento! Encontrar um coletivo minimamente organizado em torno dessa causa me deixou esperançosa. Achei fantástico o uso dos termos ativismo da atenção e human fracking. Vou precisar escrever mais a respeito (em breve!).

    Ler considerando que se trata de um manifesto de caráter panfletário evitará possíveis frustrações de expectativas quanto ao formato e à profundidade do livro.


  • Capa do livro Attensity! A Manifesto of the Attention Liberation Movement, de The Friends of Attention

    Iniciou a leitura de Attensity!: A Manifesto of the Attention Liberation Movement, de The Friends of Attention.


  • Capa do livro Corpus hermeticum græcum

    Iniciou a leitura de Corpus Hermeticum Græcum, de Hermes Trismegistos e David Pessoa de Lira (tradução).

    Mais um livro que fura a fila de leitura por motivos de indicação onírica, rs.


  • Capa de The Work of the Hierophant

    Terminou a leitura de The Work of the Hierophant, de Josephine McCarthy.

    Refrescante ler um livro de uma autora contemporânea nessa área. Apesar do foco no trabalho coletivo, é possível aproveitar os ensinamentos para a prática individual – expandiu os meus horizontes e agora tenho dever de casa pra fazer. Muitos aprendizados!


  • Capa de The Work of the Hierophant

    Iniciou a leitura de The Work of the Hierophant, de Josephine McCarthy.


  • Capa do Livro Ainda Estou Aqui

    Terminou a leitura de Ainda Estou Aqui, de Marcelo Rubens Paiva.

    Uma leitura dura por motivos óbvios, mas ainda assim muito satisfatória pela estrutura e linguagem fluida. Um tributo à memória em inúmeros sentidos. Walter Salles fez um trabalho brilhante na adaptação pro cinema.

    Curiosidade sobre este livro: trabalhei na finalização da capa dele. Estagiava em um escritório de design gráfico na época da publicação e aprendi muito com meu chefe, que era fantástico e realmente entendeu o conceito de estágio como um ambiente de aprendizado. Um salve pra ele, que merece!


  • Capa do Livro Ainda Estou Aqui

    Iniciou a leitura de Ainda Estou Aqui, de Marcelo Rubens Paiva.