
Terminou a leitura de Fala, amendoeira, de Carlos Drummond de Andrade.
Que leitura deliciosa. Triste de ter terminado, mas logo animei ao me dar conta de que existem muitas outras coletâneas como essa. Fiquei imaginando como devia ser a rotina de acordar, passar um café e abrir o jornal pra ler a última crônica de Drummond. Três crônicas por semana. Fora as de seus outros colegas de profissão, que recheavam as páginas de vários jornais. Nostálgica por algo que nem vivi.

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